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Curitiba recebe ações educativas de prevenção ao suicídio e à automutilação

por Ministério da Saúde

Atividades promovidas pelo Ministério da Saúde e parceiros estimulam a formação de multiplicadores para valorização da vida através do conhecimento

Curitiba (PR) foi a quarta cidade a receber as “Ações de Educação em Saúde em Defesa da Vida”, iniciativa do Ministério da Saúde e parceiros para criar multiplicadores pelo Brasil. Neste primeiro ciclo, as atividades são voltadas para prevenção ao suicídio e à automutilação a partir do Setembro Amarelo. As atividades já foram apresentadas em Brasília (DF), Fortaleza (CE) e Belo Horizonte (BH).

O objetivo é promover ações educativas e itinerantes de forma on-line, qualificando o conhecimento de profissionais da saúde, conselheiros tutelares, professores, líderes sociais, religiosos e de entidades beneficentes. O público-alvo são adolescentes entre 11 e 18 anos e multiplicadores. 

Realizado na sede da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), o evento contou com a presença da secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGTES/MS), Mayra Pinheiro, do secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde (SAPS/MS), Raphael Câmara, e de Ângela Gandra Martins, secretária Nacional da Família no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). 

“O Ministério da Saúde, junto com as ações de educação, está formando multiplicadores para que a gente possa falar com propriedade sobre esses temas, e também está transformando sua política de saúde mental. Durante esse mês, já foram liberados mais 50 ambulatórios de saúde mental para que a gente acabe também com os estigmas”, destacou a secretária Mayra Pinheiro durante o evento.

ATIVIDADES

As “Ações de Educação em Saúde em Defesa da Vida” promovem cursos a distância, encontros, palestras e elaboração de materiais para ampliar o atendimento em saúde, a formação nas escolas e nas comunidades. O site prevencaoevida.com.br abriga os conteúdos educativos. Através da página, são feitas as inscrições para as atividades de forma gratuita. O portal também abriga cartilhas e videoaulas.

“A gente quer que os brasileiros, de todas as classes sociais, de todas as faixas etárias, e que possam manifestar sinais de doença mental, encontrem nos postos de saúde o acolhimento e o tratamento assim como eles procuram o pediatra, o clínico e o obstetra”, ressaltou Mayra Pinheiro sobre qualificação do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS).

O evento, transmitido ao vivo pela página do Facebook do Ministério da Saúde, também contou com a palestra “O papel da sociedade na prevenção do suicídio e da automutilação”, proferida pelo presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo.

PRÓXIMOS TEMAS

O Ministério da Saúde agora se prepara para abordar mais três assuntos de forma inédita dentro das “Ações de Educação em Saúde em Defesa da Vida”: gravidez na adolescência, uso de drogas lícitas e ilícitas e ética da vida (relacionada à prevenção da violência contra crianças, mulheres e idosos).

Durante o lançamento em Curitiba, foram apontados dados e ações de prevenção da gravidez na adolescência em palestra com o secretário Raphael Câmara. Assim como na temática de prevenção ao suicídio e da automutilação, os outros assuntos também vão promover atividades educativas e itinerantes.

Por Marina Pagno

Ministério da Saúde

(61) 3315-3580 / 2351 / 2745

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