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“Número de clientes não pode ultrapassar 50% da capacidade permitida pela loja”, alerta infectologista

por Redação

Especialista reforça que o retorno do comércio físico envolve uma série de medidas que precisam ser adotadas pelos estabelecimentos

A flexibilização que permitiu o retorno de várias atividades comerciais no Brasil exige uma série de cuidados que são fundamentais para que funcionários e clientes interajam com segurança em meio à pandemia por causa do novo coronavírus.  Além da obrigatoriedade do uso de máscara para todos que estejam no mesmo ambiente, os estabelecimentos devem controlar a distância entre os clientes, que deve ser de pelo menos um metro, além de disponibilizar álcool em gel na entrada das lojas, antes que as pessoas acessem o local, e também dentro do espaço físico de comercialização.

Outro ponto fundamental é a movimentação no ambiente, que também precisa ser feito pelas empresas, preferencialmente por meio de um profissional que cuide exclusivamente dessa ação.

“O controle do fluxo de pessoas no interior da loja é uma das medidas essenciais, pois com aglomeração não é possível manter as normas de segurança para prevenção de contaminação dentro do estabelecimento comercial. Segurança na porta para garantir o cumprimento das normas e assegurar que o número de clientes, simultaneamente, não exceda 50% da capacidade total do espaço físico”, explica Melissa Falcão, médica infectologista da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Os estabelecimentos também precisam se preocupar com outras questões que envolvem a jornada do cliente, desde a chegada do indivíduo ao espaço físico.

“Outra medida que pode ser implementada é a aferição de temperatura na porta para evitar a entrada de pessoas com febre”, destaca a infectologista da SBI.

Enquanto as lojas se preocupam com os clientes, o consumidor também precisa manter a disciplina no pós-compra, ou seja, adotar alguns cuidados essenciais que envolvem o retorno para a casa com o produto adquirido. “O uso de sacolas, tanto de plástico como de papel, pode ser feito, porém, como as sacolas de papel não são higienizáveis, elas devem ser descartadas. As de plástico, caso o cliente queira guardar para uso posterior, pode ser higienizada com produtos utilizados para limpeza de superfícies”, finaliza Melissa.

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